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RALI DA GRÃ-BRETANHA: NO RITMO DOS MELHORES

Brigando durante muito tempo com Craig Breen para um lugar no pódio, a Citroën Total Abu Dhabi WRT volta da Grã-Bretanha com a satisfação de ter visto o C3 WRC se mostrar mais uma vez competitivo, num terreno onde é necessário adaptar-se à evolução permanente do nível de aderênc

O FILME DA CORRIDA

O rali da Grã-Bretanha tem como particularidade a largada com a terra encharcada de água antes de ela literalmente se transformar em lama. Mads Ostberg e Craig Breen ocuparam a décima e décima primeira posição respectivamente na sexta-feira, ou seja, as últimas entre os WRC, algo muito longe de torná-los favorecidos. Mas ganhando confiança graça à motricidade e ao comportamento de seu C3 WRC, Breen caminhava para conseguir a façanha de permanecer em contato com o grupo de frente, chegando na sexta posição a noite a menos de 13” do quarto melhor colocado, enquanto que Ostberg, mais em dificuldade com as condições, chegou em oitavo. Breen confirmou sua excelente forma no sábado, aproximando-se a menos de dois segundos do pódio no final da etapa, após ter notadamente marcado dois segundos tempos no período da tarde (ES 15 e 18). O desempenho da equipe foi ainda mais conclusivo quando Ostberg também apresentou uma grande recuperação para chegar no quinto lugar graças, em particular, a um melhor tempo e uma impressionante série de três segundos tempos consecutivo (ES 12 , 13 e 14). Dá para entender porque os pilotos da Citroen Total de Abu Dhabi WRT estavam determinados a brigar pelos primeiros lugares até o fim. Eles se lançaram a ofensiva logo na manhã de domingo, em pistas sempre incrivelmente escorregadias. No entanto, um pequeno erro no auge da briga, deixou Breen longe da luta pelo pódio, embora tenha conseguido um convincente quarto lugar. Ostberg, que, além de tudo, foi vítima de um cavalo de pau, teve que se contentar com o oitavo lugar.

DUAS PERGUNTAS PARA PIERRE BUDAR, DIRETOR DA CITROËN RACING

Qual é a análise que faz deste Rali da Grã-Bretanha?

Quero destacar o desempenho de nossa equipe, mais uma vez exemplar, e de nosso carro. Não somente se mostrou perfeitamente confiável, notadamente no sábado, quando havia mais de cento e cinquenta quilômetros cronometrados no programa sem assistência no meio do dia, mas ele também se mostrou muito competitivo numa superfície muito difícil de enfrentar. Durante a segunda etapa, por exemplo, em nove especiais disputadas, ficamos seis vezes dentro dos três primeiros lugares com, pelo menos, um de nossos C3 WRC – quando não eram os dois – principalmente quando conseguimos o primeiro tempo. Enquanto os nossos rivais brigam pelos títulos no final desta temporada, estamos sempre no jogo em qualquer que sejam as condições das pistas. O nível de aderência era bastante baixo na manhã de sábado, antes das pistas secarem na parte da tarde. Este é um verdadeiro motivo de satisfação.

O pódio estava tão perto este fim de semana...

De fato, depois de ter chegado a 1”7 do terceiro melhor colocado no sábado, tivemos que nos lançar de corpo e alma no último dia de corrida, algo que Craig fez com bastante vontade. Mas neste nível de comprometimento, de ataque, há sempre a possibilidade de um pequeno erro ocorrer, especialmente num solo tão escorregadio. Constato, de qualquer maneira, e com prazer, que nossas equipes demonstraram muita combatividade ao longo do fim de semana, nunca admitindo serem derrotadas, apesar de a ordem das largadas no primeiro dia que poderia ter comprometido as chances de sucesso deles. É com esta combatividade que vamos agora para a Espanha para poder redobrar nossos esforços para sermos ainda melhores lá.

 

TEMPOS FORTES
Testemunha privilegiada do desempenho de Craig Breen neste fim de semana, Thomas Breton, seu engenheiro de corrida, fala sobre como o irlandês conseguiu se manter em contato como o grupo da frente na sexta-feira (sexto a 48”8), apesar da ordem de largada ser particularmente desvantajosa (11º), antes de passar para a ofensiva no sábado.
"Craig chegou na corrida ao mesmo tempo muito motivado e relaxado, pensando unicamente em pilotar. Ele entrou relativamente rápido no ritmo logo no início, sem forçar além do necessário. Então ele percebeu que aumentando um pouco o ritmo, ele podia fazer algo muito legal. É um rali que ele conhece melhor do que muitos outros e, quanto as condições, embora complicadas, são constantes. Ele também nunca se desmotivou, mesmo quando fez um tempo um pouco menos convincente, pois ele conhecia as razões. Ao mesmo tempo, já há algumas etapas que ele está mentalmente mais forte, mas isso não foi necessariamente percebido no resultado, pois havia sempre aquele pequeno grão de areia que vinha atrapalhar a máquina. Eu acho que vai ser bom para ele ter participado de um rali com tanta briga. Desde a Suécia, os problemas fizeram com que que ele fosse forçado a uma corrida de espera, passando por uma sexta-feira bem apagada. Assim, ele vai poder ir para a Espanha de forma mais serena".

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